F L A S H B A C K
F L A S H B A C K

Hoje comemoramos: 8.450 fãs, 1.500 ativistas, 300.000 subscritores da petição UE (ICE) dentre os quais 79.000 portugueses, 2.276 assinantes da petição Nacional, O apoio de 30 partidos europeus e de 33 euro-deputados pró-RBI, e ainda os 16.399 euros reunidos numa ação relampago de recolha de fundos (crowdfunding)...

A esta lista de eventos a festejar podiamos acrescentar o número de horas de Videoconferencias, de jornais e blogues portugueses que falaram sobre este projeto, das vezes que foi tema na televisão Portuguesa, ou ainda o número de figuras públicas que se ousaram tomar posição. Podiamos festejar ainda o número de encontros, eventos, colóquios, conferências...se não tivessemos perdido a conta.

O RBI está a fazer história!
A assinalar este caminho percorrido em 2 ANOS deste movimento em Portugal fica este projeto de Historial (versão preliminar para 2013, revisão em curso). Esperamos que este HISTÓRICO COMEMORATIVO seja do pleno agrado de todos e dê a lembrar ou a conhecer os momentos e figuras mais marcantes de 2013 que foi o ano da estreia do grupo RBI-Português.

Outras datas já estão em curso de edição fazendo evoluir este registo para uma futura cronologia da História Mundial do RBI, proporcionando a todos uma elucidativa VIAGEM NO TEMPO...

Esperamos assim com esta reestruturação de referências sobre o tema e a articulação com outras fontes, tornar esta informação mais ampla e acessível a todos.

Este exercico de reedição convida-nos ainda a uma análise introspetiva dos principais momentos do percurso do RBI em Portugal, na Europa e no mundo. Este mergulho reconcilia-nos com a essência profunda desta ação que a espuma dos dias sob o ritmo galopante dos acontecimentos tende a dissipar.
Obrigado pelos vossos contributos!
2013
Onda Viral
Suiça é noticia
4'Out'2013-Uma montanha (Suiça!) correu o mundo.

Quem já viu Uma montanha de 8 milhões de moedas?
A imagem ( post ) que correu o mundo, mostra o momento em que 325.000 € em moedas (simbólicamente uma por habitante Suiço) são despejados diante do parlamento.

Esta ação mediatica, por iniciativa de cidadãos Suiços, Génération-RBI, pretende levar o RBI a votação popular em 2016. O forte impacto desta campanha revitalizou o debate também no espaço Europeu. O BIEN Suiço foi criado em maio do mesmo ano, dois meses após o seu homologo Françês - Mouvement Français pour un Revenu de Base.

A onda é imparável. Em Portugal, 10 dias depois, a página do RBI passa a barreira simbólica dos 1000 fans.
Apoios no Parlamento Europeu
17 Dez-2013- A um mês do termino da Iniciativa Europeia pelo RBI, 33 membros do Parlamento Europeu (12 países) apoiam a iniciativa. São eles:

Martin EHRENHAUSER, independent (Austria)
Philippe LAMBERTS, Greens (Belgium)
Isabelle DURANT, Greens (Belgium)
Bart STAES, Greens (Belgium)
Nikola VULJANIC, Left (Croatian)
Olga SEHNALOVÁ, Social Democrats (Czech Republic)
Tarja CRONBERG, Greens (Finland)
Satu HASSI, Greens (Finland)
Sirpa Pietikäinen, Christian Democrats (Finland)
Catherine GREZE, Greens (France)
Eva JOLY, Greens (France)
José BOVÉ, Greens (France)
Karima DELLI, Greens (France)
Jean-Paul BESSET, Greens (France)
Nicole KIIL-NIELSEN, Greens (France)
Hélène Flautre, Greens (France)
Yves COCHET, Greens (France)
Malika BENARAB-ATTOU, Greens (France)
Michèle RIVASI, Greens (France)
Gerald HÄFNER, Greens (Germany)
Ska KELLER, Greens (Germany)
Nikos CHRISOGELOS, Greens (Greece)
Brian CROWLEY, ALDE (Ireland)
Emer COSTELLO, Social Democrats (Ireland)
Liam AYLWARD, ALDE (Ireland)
Nessa CHILDERS, independent (Ireland)
Sean KELLY, Christian Democrats (Ireland)
Pat the Cope Callagher, ALDE (Ireland)
Georges BACH, Christian Democrats (Luxembourg)
Claude TURMES, Greens (Luxembourg)
Carl SCHLYTER, Greens (Sweden)
Jean LAMBERT, Greens (UK)
Keith TAYLOR, Greens (UK)


Pico audiencia
19 dez'13 - Video com o ator Irlandes Jeremy Irons no programa da RTP1. Irons denuncia uma cultura refem do esquema TRABALHO/DIVIDA.
Três meses depois (mar'14) O video desencadeia uma onda viral com 24.000 partilhas. Só num dia, chegou a perto de um milhão de pessoas.
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Petição Pública RBI PT
Dez'13 - A um mêz do fecho da Petição Europeia (ICE) que reuniu quase 300.000 assinaturas, das quais perto de 70.000 portuguesas, e do lançamento da Petição Mundial AVAAZ é tempo de nos virarmos para dentro e darmos inicio à Petição Nacional.

Embora se possa falar de um "proforma" (atendendo à dimensão desta temática que é naturalmente Europeia e Mundial), convidamos todos os portugueses a assinar, mesmo aqueles que já o fizeram através da ICE Europeia e da Petição Mundial.

No site oficial da Petição Pública Portuguesa podemos ler: «Consideramos que chegou a hora do Estado desenvolver políticas sociais, monetárias, financeiras, económicas e fiscais capazes de garantir o direito incondicional à vida através de um Rendimento Básico Incondicional (RBI).»

Quando pensamos um instante o pouco sentido que faz falar-se em direitos humanos quanto é o próprio direito à vida que está em causa, facilmente entendemos a que ponto esta causa faz sentido.

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30 Euro-Partidos pró-RBI
4'Out-2013 30 partidos Europeus incluem o RBI nos seus Programas

Não obstante o RBI ser um projeto da iniciativa de cidadãos Europeus, cada vez mais partidos de várias formações estão a aderir e a integrar o RBI nos seus programas políticos. 30 partidos Europeus já tomaram posição. Este projeto não-ideologico mas humanista, é cada vez mais um tema político impossível de ser ignorado, mas sobretudo porque tem chegado a milhões de eleitores, que decidiram não esperar para escrever a história fazendo rapidamente do Rendimento Básico o tema de cidadania (e agora politico) que mais artigos mereceu nos ultimos meses.

Mas ainda estamos longe do impulso mediatico que será despoletado em 2014-2015 com o anúncio do plano Draghi, em que dezenas de economistas e especialistas em declarações conjuntas se mostram defensores do principio do RBI: distribuir dinheiro à economia real através das pessoas em alternativa ao esquema apontado que passa pelos interesses dos Bancos Comerciais. ........
[link?, desenvolver..? ]
Campanha de angariação de fundos
6'Nov-2013 Campanha de CROWDFUNDING pelo RBI na Europa

Esta campanha de angariação de fundos superou em 11 dias a meta estabelecida (15.000 €). Estes fundos destinam-se à divulgação do RBI e da ICE lançada na Europa desde o inicio do ano.
Para alem deste exito-relampago que evidencia a recetividade de um vasto público por soluções sociais inovadores, um outro 'fait-divers' marcou a campanha: Trata-se do surpreendente testemunho de um Americano rico:

"Esta é a campanha que eu estava à espera.(...) Dou-me bem financeiramente e não tenho necessidade de um RBI para mim, mas prefiro viver num mundo onde as pessoas não são forçadas a trabalhar em empregos que detestam (...) os resultados vão servir como exemplo para o resto do mundo."»
[1] 16.399e, 300 apoiantes
[1] O Testemunho | Post | O Site oficial da campanha

MEDIAS
RBI no Jornal das 8
26 Out- Imagens no jornal da noite na RTP mostram o afluxo de pessoas que no desfecho da manifestação "não há becos sem saída" do QSLT, acorrerram em massa para a recolha de assinaturas em reação pronta ao apelo de Fábio Oliveira ao microfone. A vontade de mudança está no ar. ........
Le Monde Diplomatique
Le Monde Diplomatique, edição Portuguesa de Maio, dedica um dossiê ao tema do RBI:

"Rendimento Básico Incondicional: Uma utopia ao alcance da mão"

«Assegurar a cada um, sem condições prévias, desde o nascimento até à morte, uma soma mensal suficiente para viver? É impossível varrer a proposta invocando a sua inexequibilidade económica: seria perfeitamente possível pô-la em prática, mesmo se tal requer uma reflexão política aprofundada. É sobretudo no plano filosófico que o rendimento garantido levanta questões espinhosas, já que ele implica renunciar ao objectivo do pleno emprego e admitir que se possa subsistir sem exercer uma actividade remunerada. Promovido nos últimos anos por pensadores progressistas como André Gorz, mas também por liberais, que defendem uma concepção muito diferente, a proposta foi objecto de experiências tanto no Norte como no Sul, por exemplo na Índia, muito recentemente.»

Artigos:

- Financiar o subsídio universal (Baptiste Mylondo)
- Imaginar um rendimento garantido para todos (Mona Chollet)
- Na Índia, a experiência revitaliza as aldeias (Benjamin Fernandez)
- Exemplos de experiências pelo mundo fora
- Às arrecuas (André Gorz)

Nos arquivos: Rendimento básico: incondicional? (Roberto Merrill, Abril 2013)

Artigo de Pierre Rimbert "Michel Foucault, o Estado e os bons pobres"
RBI nas ruas do Porto
26 Out-Recolha de assinaturas nas ruas do Porto.- com Fabio Oliveira, Pedro, Mar velez e Waldir durante a manifestação Que Se Lixe a Troika.

Outras ações que decorreram no espaço público, pelo interesse e participação que suscitaram, haviam já revelado a importancia desses canais diretos em alternativas às redes sociais para se chegar a públicos diferentes, mas tambem à capacidade recetiva desses públicos perante propostas novas. ........
[ ? desenvolver aqui lista de encontros, conferencias, manifestações, colóquios em 2013...]
Post | Video Youtube
1ª legendagem em Pt
Set-1ª Legendagem em português de "Grundeinkommein" de Daniel Häni.

É o 1º Video-documentário dedicado ao RBI. Agradecimentos a Waldir Pimenta, Fábio Oliveira e Tiago Fernandes pelo trabalho de tradução-legendagem.

"Rendimento Básico" foi visto por 206 mil pessoas. 1.38 minutos, legendado em 28 linguas, disponibilizado no youtube desde 3 de fev de 2011.
O download do vídeo pode ser feito aqui
Post |

Figuras
Vieira Da Silva: evoluir para o RBI
8'Nov-2013 Evoluir do RSI para o RBI

Vieira da Silva, ex ministro do Trabalho e Solidariedade Social e ex ministro da Economia é o 1º politico português a pronunciar-se abertamente sobre o RBI: Em entrevista ao Dinheiro Vivo, diz-se a favor deste conceito que aliás "conhece com profundidade" e que vê como o "natural desenvolvimento da evolução dos sistemas de proteção social":
"A ideia de garantir o direito universal a patamares dignos de existência parece-me uma ideia correta e afirma um valor civilizacional que considero central"

Lembra que O RBI evolui na linha do Rendimento Mínimo Garantido (RMG) hoje Rendimento Social de Inserção (RSI) e outras prestações que surgiram no espaço Europeu e cuja generalização foi recomendada pela Comissão Europeia desde 1992.

No entanto, salienta que o RBI apresenta "profundas distinções" pelo facto dos atuais programas serem de "natureza seletiva e não universal (dependem da prova de escassez de recursos), serem de base familiar e não individual e pressuporem condições comportamentais de acesso (a aceitação de um contrato de inserção)."

Sublinha por isso que "Se existe proximidade de objetivos (a garantia de condições de existência digna para todos) a distinção de natureza [entre RSI e RBI] é muito relevante."

Reconhece no entanto que a sua aceitação não será imediata por exigir "mudanças profundas no plano económico e social" e que "Como noutras ideias de potencial elevado do ponto de vista do bem-estar e até da capacidade de desenvolvimento, a questão chave reside na sua operacionalização."
O artigo
Rui Matoso
Rui Matoso, neste artigo no Esquerda.net, denuncia o cinismo de uma cultura que sacralisa o trabalho.

«A lógica cultural do trabalho está profundamente enraizada na nossa civilização judaico-cristã, enquanto consequência do “pecado original”, pois aquele que não trabalha é visto como pecador e deve redimir-se imediatamente, diz São Paulo: “se alguém não quiser trabalhar, também não coma” (Tessalocinences, 3:10-12). Contudo, este é hoje um princípio cínico difícil de aceitar, pois não apenas o trabalho se tornou excedentário...».

lembra o pensamento do filosofo Agostinho da Silva para quem a disputa entre capitalismo e socialismo tem uma raiz comum: a obrigatoriedade do trabalho. A diferença é que o capitalista obriga o operário a trabalhar ameaçando-o com a fome, enquanto o socialista obriga-o a ser operário, senão é declarado anti-social.

Ora, trata-se se uma obcesão aberrante na medida em que a oferta de emprego não cessa de encolher.

Rui Matoso, é professor universitário, gestor cultural e Dirigente concelhio do Bloco de Esquerda de Torres Vedras ........
O artigo
Raquel Varela-uma voz critica
17'Nov-2013-Raquel Varela, investigadora e professora da Universidade Nova de Lisboa, é a principal voz critica do RBI em Portugal. O seu artigo causa estranheza pela pessoa que é: Autora do livro "A Segurança Social é Sustentável" e militante do humanismo de esquerda.

Não é assim de admirar a onda de reações que suscitou: duas dezenas de comentários, textos e artigos em resposta às suas objeções vêm lançar um debate cheio de tónus sobre velhos tabus ideologicos e culturais!

Em data postuma, Raquel Varela, aceita integrar cordialmente um painel de debate [? onde]...onde tambem esteve presente Roberto Merrill, porta-voz do RBI em Portugal.
Rrose Sélavy, Mar Velez, João Jesus, Andreia Ruival Saavedra, Leandro Bento, José Luiz Ferreira---

[Organisar uma sintese e docs?] ........
Adeus Mandela
5'Dez-2013-Na cerimónia funebre de Nelson Mandela, o Arcebispo Desmond Tutu, Prémio Nobel da Paz, faz o elogio do RBI expressando a promessa do seu apoio incondicional com a mesma paixão com que manterá vivo na memoria e no seu coração o exemplo de Mandela.

A 5 dias do Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 dez), em homemagem a esta figura do século, o RBI PT recorda o Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos do Homem:
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”
........
Universidade do Minho
JUL'18/20 - Braga / Escola de Verão na Universidade do Minho, com o Professor Stuart White (Universidade de Oxford).
"Renda básica: comunismo, liberalismo e republicanismo." | "Basic income: communism, liberalism and republicanism" organized by the Political Theory Group of CEHUM, University of Minho (Braga).

A Escola irá considerar os argumentos éticos em torno da idéia do RBI, que sustentam as principais objeções oriundas das várias correntes de pensamento Socialista, Liberal e Republicana , quanto à ideia liberalisadora do trabalho como opção e não uma obrigação etica e dever moral exigivel a "todos" os cidadãos.

Página do evento | O video [Inglês não legendado]

Eventos
Petição UE- O desafio do ano
14 jan'13 -Lançada a Iniciativa de Cidadania Europeia(ICE) [1]. O objetivo é recolher de milhão de assinaturas em todo o espaço Europeu para ser debatido nas instâncias europeias.

Durante 1 ano foram reunidos perto de 300.000 subscritores. Portugal contribuiu com perto de 70 mil assinaturas


Foi sem duvida O EVENTO DO ANO e o maior impulso de que há história numa grande mobilização de cidadãos Europeus sob a efigie do RBI.
O aumento exponencial de assinaturas (ver gráfico) podia-nos fazer crer que "deixar tudo para a ultima" não é exclusividade Portuguesa. A explicação é no entanto diferente: reflete porventura 0 efeito da explosão mediatica do RBI junto dos vários publicos no espaço Europeu.

[1] a ICE, oficialisada no ano anterior (2012) é, a seguir ao VOTO e ao REFERENDO, o terceiro pilar que vem completar o quadro institucional da Democracia Europeia.
Este novo instrumento é de uma importancia crucial para o reforço do poder democrático dos cidadãos Europeus.

Estreia do RBI
8 mar'13 - O RBI Portugal estreia-se na Web e nas Redes Sociais. O texto inaugural (1ª publicação na Página do Facebook) resume assim o objetivo deste novo movimento Português:

«A Renda Básica Incondicional é uma proposta de um sistema de segurança social em que cada cidadão tem direito a receber regularmente uma quantia de dinheiro suficiente para garantir condições de vida decentes. Este direito é independente da sua situação financeira, familiar, ou de emprego.»

Nos dias anteriores o Website tinha ido para o ar. Estreava-se igualmente a página do grupo de trabalho no FB.
O movimento nacional foi criado há um mês (fev'2013). João Camacho, Roberto Merrill, e Waldir Pimenta , inauguram esta nova plataforma digital que coloca Portugal no mapa mundial dos movimentos pró-RBI e que rapidamente se transforma no principal meio de contacto, divulgação e coodenação deste projeto de inovação social. O objetivo imediato da plataforma é a divulgação do RBI, sobretudo através da promoção da ICE que decorre este ano em toda a Europa (Iniciativa de Cidadania Europeia para um Rendimento Básico Incondicional).
Datas anteriores..[ATENÇÃO: ainda em esboço]


______________________ PORTUGAL 2012--->2000

NOV'2012
lançamento do livro "Plano C - O Combate da Cidadania" que inclui nas páginas 121-132 uma proposta de Mendo Henriques (presidente do IDP - Instituto da Democracia Portuguesa) para implementação de um rendimento de cidadania. ( post sobre a publicação do livro). O IDP tem vindo a realizar estudos sobre o RBI.

JUL'2012
17- Mendo Henriques-Presidente da Direção do IDP-Instituto da Democracia Portuguesa- inicia uma reflexão sobre o RBI publicada em 3 artigos. Esta Fundação tem vindo a dedicar uma atenção especial ao tema.

1º Artigo: "O Rendimento de Cidadania"
2º Artigo: "O Rendimento de Cidadania não é Rendimento Garantido"
3º Artigo: "O Rendimento de Cidadania, Estrutura de Aplicação"

Uma sintese dos artigos:
A análise de Mendo Henriques parte de um diagnostico lúcido:
O fracasso do atual modelo, pela mão da "Grande Recessão", veio pôr a nu a fragilidade das nossas crenças que julgavamos inebalaveis ao darmos por certo e adquirido premissas tais como Crescimento Economico Continuo, Pleno Emprego, Direitos Sociais Inalienaveis, Sustentabilidade Ambiental., etc.

Ao invés disso, envelhecimento da população, baixa natalidade, precaridade do trabalho, capitalismo financeiro, globalisação, exodo rural, desemprego estrutural...são os sinais do tempo.

A própria vida humana, numa lógica utilitária, vê-se agora desvalorizada por uma "economia [que] funciona sem necessitar de toda a sociedade".
Mas a exclusão não é apenas o mal de alguns: "Uma sociedade com desigualdades profundas e injustificadas não sobrevive"

É perante este cenário perigosamente disfuncional que ME justifica um RBI como "um princípio muito simples e justo que reforça os laços entre as pessoas e a comunidade:" deve ser entendido como "um novo direito de cidadania" já que esse "Rendimento de cidadania é um reconhecimento da dignidade humana de existir e por isso todos o merecem" .

Alem disso é a alternativa "não coerciva ou autoritária" para "recriar o modelo de estado social. Em vez da pulverização neo-feudal de subsídios avulsos que não podem ser pagos e de vigilâncias e certificações que se prestam a discriminações e fraudes".

"A questão de fundo é que para existir socialmente, para ser cidadão, é preciso ter um rendimento. Por isso, é justo, digno, racional e salutar reconhecer o direito ao rendimento." evitando-se assim o "efeito perverso da solução dirigista, burocrática e não transparente da pilha de benefícios sociais que criavam um espírito ” assistencialista “, ou mesmo de caridade, em vez de concretizar o direito inerente à pessoa."

De forma muito sintética e certeira ME conclui:"O Rendimento de cidadania confia nos indivíduos"

No entanto, esta determinação é mitigada e ME cai em contradição quando, na senda das lógicas de Friedman, cede à tentação da imposição de condicionalidades: ou como especifica "mediante a exigência de contrapartidas". Ou seja, para todos "... desde que preste serviço à sociedade!" de forma devidamente comprovada atravès de "Certificação ou Declaração de Voluntariado." Uma especie de Direito de Cidadania a troco de 'voluntariado obrigatorio'.

Ora, isto já foi inventado! É o modelo vigente que tem por efeito criar uma sub-especie humana cuja condição é condição de terceiros. Diriamos estar perante um RBI grandiloquente, humano e libertador, que termina com letras pequenas e envergonhadas em rodapé de contrato.

Estamos no entanto, não obstante este "tique" de velhos hábitos de que dificilmente nos desprendemos, diante de uma análise (parcialmente?) esclarecida a ler absolutamente.

[teix'15]

2009, Fev: João Lafuente e Pedro Ramajal apresentam o texto “A cidadania tem de ser livre” na VI Convenção do Bloco de Esquerda, onde defendem que “a resposta do BE [ao crescente desemprego e o empobrecimento] deverá ser a exigência de um Rendimento Básico, incondicional e universal, não inferior ao limiar da pobreza.” (O texto foi apresentado como proposta de adenda às teses maioritárias, tendo sido rejeitada a sua integração, pelo que o tema não chegou a ser posto a votação.)

2008, Novembro: João Lafuente e Pedro Ramajal inauguram o blogue Livre Cidadania dedicado ao RBI
Pela mesma altura, realizam no Porto, na Casa Viva um primeiro debate sobre o tema.


Pedro Ramajal sustenta a sua argumentação no artigo 25º da Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente (...)".

Ora, o emprego, como meio de subrevivência tornou-se precário, mal pago e para alem disso, de mais a mais escasso: "o emprego já não garante, só por si, uma vida digna. São os pobres que trabalham".
e as respostas à pobreza não têm resultado: "Os subsídios (...) são baixos, não duram sempre, impõem condições e, além do mais, estigmatizam. É atentar na pobreza envergonhada que por aí vai."

Conclui que, do mesmo modo que o direito à saúde e ao ensino, "falta reconhecer o direito a não ser pobre" e que para isso existe um ´só caminho: O direito a um rendimento suficiente.

[data? tradutor? link?] 1ª tradução para Português de um livro inteiramente consagrado ao RBI: 'Liberdade Real para Todos" de Van Parijs, filósofo e economista político, membro fundador da rede mundial pró-RBI, Basic Income Earth Network (BIEN).

[em PT?] 2002, Setembro: 1º artigo em portugal sobre o RBI [aqui em PDF] escrito por Alfredo Bruto da Costa: “Minimum Guaranteed Income and Basic Income in Portugal” e apresentado no 9º Congresso Internacional do BIEN em Geneva.



Segundo Alfredo B. da Costa, ex Ministro da Coordenação Social e dos Assuntos Sociais, quase metade das familias têm a cargo um membro com problemas de saúde e um quarto dos beneficiários de apoios sociais padecem de algum tipo de doença cronica. Esses factos associados à baixa escolaridade e qualificação, são obstáculos persistentes com que Portugal se tem debatido, sem sucesso, comprometendo as possibilidades de progresso.

No entanto o RBI "parece constituir um instrumento potencialmente poderoso para enfrentar a pobreza em massa e as crescentes incertezas económicas que afetam a sociedade Portuguêsa."

Contudo, tendo em conta esses factos "qualquer progresso nesse campo exigiria uma estratégia a médio e longo prazo que promovesse um amplo debate público sobre os seus aspectos culturais, políticas e sociais."




______________________ MUNDO 2012---->2000

2012: Criação da rede belga para a Renda Básica.
O projeto (PDF em Françês) | O Memorandum (PDF em Françês)

2012, abril: Lançamento da iniciativa popular federal na Suíça para a introdução do RBI. Depois de um ano e meio, a iniciativa conseguiu reunir mais de 125 mil assinaturas.

2012, Maio: Sondagem: 45% dos Franceses favoráveis ao RBI.

Pela 1ª vez os franceses são consultados [ Ver site ] sobre o que pensam da implementação do RBI.

Um inquérito [ Ver documento PDF ] levado a cabo em 2012 junto da população francesa revela resultados surpreendentes:
Para 70% dos inquiridos, o trabalho é, na melhor das hipóteses, um meio de ganhar a vida. Na pior hipótese não faz sequer sentido. Só 30% dizem faze-lo por paixão ou realização pessoal. Isto deita por terra a idealização que a Esquerda faz do Trabalho como "valor existencial". Afinal, ao cismar nesta "divinização do trabalho", a Esquerda está a defender um privilégio elitista reservado a uma minoria de cidadãos que podem construir uma carreira vocacional, ou que não estão condenados a trabalhar por mera sobrevivência.

Para a questão:"Seria favorável ou não favorável à implementação de um rendimento universal, atribuído sem qualquer contrapartida e permitindo a cada pessoa de assegurar as suas necessidades fundamentais?, 45% dos inquiridos responderam ser favoráveis.

Jeff Renault, numa análise a estes resultados, identifica um paradoxo entre a vontade expressa dos cidadãos e a linha oficial dos partidos que os representam:

"Constata-se que os partidos políticos de esquerda bloqueiam sobre o tema do RBI, enquanto que os seus simpatizantes são mais favoráveis (e de longe) à sua implementação. No campo oposto, figuras de Direita fizeram propostas concretas sobre o RBI, e contudo, os seus simpatizantes se opõem fortemente.(...) Vê-se que o interesse ou desinteresse dos partidos é o exato oposto do que manifestam os seus simpatizantes. É simplesmente impressionante! Pode-se perguntar onde está o ponto de sintonia".

Mas esse paradoxo do desfasamento entre cidadãos e partidos encerra em si um outro ainda maior: Jeff Renault, neste Artigo , questiona a linha oficial da Esquerda: como pode ela (e em oposição frontal com a sua base de apoio) menosprezar uma medida que vai de encontro com os principais temas e bandeiras que sempre declarou defender?
  • Erradicar a pobreza
  • Estimular e reconhecer as atividades não comerciais
  • Favorecer as atividades culturais libertando-as da lógica do lucro
  • Oferecer a liberdade real na escolha de emprego reforçando o poder de negociação
  • Redefinir o contrato social e a solidariedade (de guichê) por um direito universal do cidadão
  • ....
Quais poderão ser as explicações para este comportamento aberrante?

Desconhecimento? Não tiveram tempo de pensar sobre isso, empenhados que estão a tentar executar um programa escrito à dois séculos atrás?
Não lhes interessa? Incomoda-os a ideia de que um só projeto (de cidadãos) tenha um potencial positivo de transformação social maior que todos os socialismos juntos?
O receio deste projeto lhes trazer um mundo de liberdade individual, de atividades autónomas, e de prosperidade geral para o qual na verdade, não foram ensinados?
Que percam de vez a sua base histórica (clientela?) que são os assalariados explorados?
...

Essa Esquerda que por conivência, incompetência, inadequação, ou omissão nos trouxe até aqui, deve clarificações responsáveis à medida da dimensão histórica é civilizacional deste tema.

Site (FR) | Inquérito (PDF)(FR) | Artigo (FR)



2011, maio: Singapura distribui um "dividendo de crescimento" a titulo excecional (a economia teve um crescimento de 12%) aos seus 2.5 milhões de cidadãos adultos. O valor oscilou entre 100 e 800 dólares na proporção do agregado das familias. Os efeitos verificados, pese o carater excecional da medida afastar-se do conceito de RBI, não deixam contudo de abonar em favor de uma medida natureza permanente.

2011: projetos piloto na Índia com o apoio da UNICEF. Os resultados preliminares divulgados em 2014 sobre essas experiências sociais revelaram uma transformação positiva particularmente nos indices de pobreza, do endividadmento da famílias, da saúde e no aumento da autonomia das mulheres.

2010: reformas de subsídios de petróleo no Irão condusem a uma via de extrema simplificação e universalidade na forma de um RBI pago a todas as famílias iranianas.

2009: Uma petição na Alemanha lançada pelo ativista Susanne Wiest recolhe mais de 50.000 assinaturas em apenas dois meses. A petição será indeferida pelo Bundestag em julho de 2013.

2008: Início do projeto-piloto na Namíbia, na aldeia de Otjivero. Um aumento na atividade economica de 30% e uma redução drástica da pobreza financeira e sanitária e uma melhoria da saúde são alguns dos resultados positivos que deviam apontar para a extensão do programa a todo o país.

2008- Joseph V. Kennedy
Advogado e economista do Departamento de Comércio dos EUA, Joseph V. Kennedy promove o principio de um contrato bilateral, anual, e voluntário entre o governo e qualquer cidadão adulto, a quem é assegurando um rendimento mínimo de 20.000 dolares (montante considerável) mediante o compromisso de ações de qualificação por parte do interessado. Exceção feita à condicionante de formação, a segurança de recursos minimos garantidos prefigura aqui o principio do RBI.

2008- Mike-Huckabee nas primárias presidenciais
O republicano Mike Huckabee e o democrata Mike Gravel, são ambos defensores do RBI que incluia pagamentos mensais em dinheiro com base no agregado familiar, como corretivo fiscal.

2008-Richard C. Cook
Estudioso independente e analista da NASA e do Departamento do Tesouro dos EUA, Richard C. Cook é o autor de "Consideramos estas verdades: A esperança de reforma monetária".
C. Cook propõe uma série abrangente de medidas para reformar o nosso sistema monetário baseado na emissão de dívida sob o controlo da Reserva Federal e cujo efeito leva à concentração da riqueza nas mãos de poucos. A reforma visava tornar o sistema mais justo e equitativo, baseando-se nos valores produtivos da economia real, e característica fundamental: A criação de um "dividendo nacional".

2006- Forum BisBasic-Estudos Básicos de Rendimento
Forum de discussão e investigação teórica e empírica sobre a concepção e implementação de programas de RBI no quadro de uma nova conceção de política de bem-estar universal" reunindo trabalhos de estudiosos e acadêmicos de todo o mundo e Instituições convidadas.

Marshall Brain
Autor e figura ligada às novas técnologias, Marshall Brain apela a um rendimento garantido de 25.000 dolares para cada cidadão americano como forma de reforçar o poder de compra e o comsumo, garantir a "estabilidade econômica máxima", promover a inovação", estimular o investimento, e proporcionar às pessoas "o máximo de liberdade."

2006-Stanley Aronowitz
Professor da Universidade Graduate Center de Nova York, e autor de vasta obra, Stanley Aronowitz defende o RBI: "Forjando um novo futuro político" (2006).

2006-Bob Filner
Bob Filner, democrata de San Diego, defende um RBI de 2.000 dolares para todos os adultos ( metade para menores ) como formula simplificada dos esquemas de deduções e isenções fiscais. A sua aplicação exigiria apenas alterações mínimas dos formulários de impostos para uma reconfiguração fiscal. A proposta não tem seguimento por falta de apoio dos republicanos.

2006-Charles Murray
Autor de vários livros muito influentes, Charles Murray promove um plano para substituir o estado de bem-estar, garantindo 10.000 dolares anuais a cada cidadão adulto. O financiamento viria da eliminação de outros programas de transferência do governo. O estudo inclui uma análise aprofundada do custo e lista de programas a serem cortados.

2004-Eduardo Suplicy
O Brasil é o 1º país no mundo a incluir o RBI (Renda Cidadâ) na sua Constituição por iniciativa do senador Eduardo Suplicy. O artigo constitucional prevê a implementação do RBI através de uma extensão gradual da "Bolsa Família" aumentando progressivamente a sua universalidade.
Eduardo Suplicy estudou economia nos Estados Unidos e acompanhou os debates sobre o Plano de Assistência à Família de Nixon na decada de 70. De retorno ao Brasil é co-fundador do Partido dos Trabalhadores e eleito para o Senado em 1992. Esses programas de "Bolsa Família" tiveram um inpacto histórico na redução da pobreza e na reeleição do presidente Lula da Silva em 2006.

2004- O RBI-VERDE
O Partido Verde dos Estados Unidos cria uma plataforma internacional para implementar um RBI-verde: Canadá, Europa, Austrália, África e América do Sul adotam esse RBI-verde como característica central das suas políticas económicas.

2004:holder Stakeholder
Democratas e republicanos acordam um programa Conta-Poupança que beneficiaria cada criança permitindo às famílias pobres juntar dinheiro livre de impostos. Após os 18 anos a conta ficaria disponivel para custos de formação, para iniciar um negócio, ou para comprar uma casa. Solução similar foi operacionalisada em Inglaterra e pode ser considerado um pequeno rendimento garantido para a próxima geração.

2002-Robley E. George- Minimos e máximos
Fundador e diretor do Centro para o Estudo da Sociedade Democrática, Robley George é o autor de "Sociocenomic Democracia: Um sistema socioeconômico avançado"(2002). Ele examina modelos económicos atuais, incluindo o capitalismo, socialismo, comunismo, e economias mistas, e mostra que todos têm falhas graves. Sua alternativa proposta, a "democracia socioeconómica", combina um RBI e riqueza máxima permitida pessoal. Tal sistema permitiria criar fortes incentivos económicos para os indivíduos, ajudando a resolver muitos problemas sociais existentes.

2001- USBIG, rede do RBI nos EUA
É fundada nos EUA a rede informal que promove a discussão sobre RBI. A adesão é gratuita e livre. O grupo realiza congressos anuais desde 2002 e foruns de discussão no seu web site: www.usbig.net. Varios especialistas e economistas deram o seu contributo para uma vasta base de dados de estudos, e simulações.

Bill Clinton deixou o orçamento federal com um enorme saldo positivo levando à discusão a possibilidade de distribuir de um "dividendo de 300 dolares a cada cidadão americano, incluindo crianças, ou em alternativa, uma redução generalizada de impostos. Acabou por ser aprovada uma solução mista consiliando as duas propostas : distribuição do dividendo sim , mas só a contribuintes, ficando de fora as familias pobres sem rendimentos declarados. Quando os cheques foram emitidos naquele verão, o governo Bush, que foi opositor da medida, enviou cartas a todos os beneficiários reivindicando os louros deste generoso programa.

2001-steven shafarman
Steven Shafarman e Mike Livingston, com a ajuda de John Friedrich, Lorin Kleinman, e alguns outros voluntários, tentam acriação de um instituto que promova o conceito de RBI. Mas a ideia é considerada prematura e é adiada.

_____________________________SECULO 20

1987: O economista Yoland Bresson e Yves Citton Criam a "Associação para a Implementação de uma Renda Existência" (AIRE), oprimeiro movimento em França pelo RBI

1986: É criada a "Rede Europeia de Rendimento Básico" (BIEN) na sequencia de um encontro de estudantes na Universidade de Louvain-la-Neuve, a convite de Philippe Van Parijs.

1982: 1º pagamento anual do "Dividendo Cidadão" a todos os habitantes no Alasca pelo Fundo Permanente do Alasca constituido e financiado desde 1976 pela coleta de uma taxa sobre a exploração do petróleo no país.

1974: Lançamento do projecto-piloto MINCOME no Canadá: 12.000 habitantes de Dauphin beneficiaram de um RBI durante 5 anos no quadro de um programa governamental visando estudar os efeitos de uma tal medida alargada a todo o território. Os resultados apontam para um ligeiro decrescimo do tempo de trabalho (2%), aumento da escolaridade e redução de hospitalizações (8%).

1972: Nos EUA, uma proposta de Lei do presidente Nixon é rejeitada no Senado (por um voto) depois de colher aprovação no Congresso. Previa um "Plano de Assistência à Família" na forma de isenção, um "imposto negativo" sobre rendimentos baixos.

1968 : 1200 economistas americanos assinam um apelo conjunto á implementação de um rendimento minimo.

1968 : Inicio de um ciclo que durará 14 anos de 4 programas experimentais nos USA . Os resultados desses programas piloto, de leitura controversa, identificam sobretudo um ligeiro descentivo ao trabalho: Algumas mulheres e mães optam por regressar às suas atividades domésticas. Um surto momentaneo de consumo de alcool tambem foi registado antes de voltar aos indices normais. Mas o ponto mais critico é sem dúvida o aumento de divorcios em resultado dessa autonomia individual do casal que desagrada à ala mais conservadora sensivel ao "valores da Familia".

_____________________________MAIS FIGURAS E EVENTOS DO SEC 20
1918: Bertrand Russell
Este filósofo britânico defende um rendimento suficiente para as necessidades, garantido a todos, que trabalhem ou não. Um valor adicinal seria atribuido às pessoas dispostas a se envolver nalgum tipo de atividade de interesse comunitário.

1930
Francis E. Townsend
Francis Townsend era um médico de família com 65 anos quando se dá a Grande Depressão. A sua proposta prefiguarava o que mais tarde se veio a chamar Segurança social e Pensão de Reforma. Propôs um plano de pagamentos do governo de US $ 200 (US $ 3.000 em valores atuais) a cada mês para todos os americanos a partir dos 60 anos. A Os beneficiarios em contrapartida comprometiam-se a deixar qualquer trabalho remunerado e a gastar todo o dinheiro a cada mês. O programa seria financiado por um imposto de 2% sobre transações. Esperava assim eliminar bolsas de pobreza na faixa mais vulnerável, relançar o emprego jovem, o poder de compra e estimular um novo ciclo económico. Um movimento popular de apoio juntou 2,2 milhões de americanos (os Townsend clubes). Uma cópia do panfleto de Townsend no site da Administração da Segurança Social lembra a influencia deste movimento para o atual paradigma de Estado Social.
Huey Long: "Compartilhar a Nossa Riqueza"
este lema deu nome a um movimento nacional lançado em 1934, exigindo um rendimento garantido de US $ 5.000 por ano para cada família, financiado por um imposto sobre as grandes fortunas. Houve clubes em cada estado, Huey Long, o mentor desta vasta mobilização com clubes em cada estado e que em 1935 terá chegado a contabilisar 7,7 milhões de membros, foi assassinado pelo filho de um rival político na Louisiana quando se prestava a disputar a presidência contra Franklin Roosevelt.

1924- "Crédito Social" de Douglas C.H.
Neste livro, o engenheiro britânico, apresenta um novo conceito de Crédito Social como uma filosofia distributiva interdisciplinar. Abrange as áreas da economia, ciência política, história, contabilidade e física. Segundo o autor "Os sistemas foram feitas para os homens, e não os homens para os sistemas" e o auto-desenvolvimento e a realisação pessoal, "estão acima de todos os sistemas, quer teológico, político ou económico."
O Crédito Social seria a via para a construção de uma nova civilização baseada na "Segurança economica absoluta" de todo o individuo. Tal deveria permitir a cada qual ser dono legitimo do seu destino construindo a sua própria utopia em vez de servir as utopias dos outros.


1940
Franklin Roosevelt
Franklin Roosevelt, junto à lareira, na noite do Congresso 11 de janeiro de 1944 terá deixado a seguinte mensagem aos americanos:
"Os homens necessitados não são homens livres.Chegamos à percepção clara de que a verdadeira liberdade individual não pode existir sem a segurança e independência económica. As pessoas que estão com fome e sem emprego são o material de que são feitas as ditaduras."

1944- F. A. Hayek: "O Caminho da Servidão"
Neste livro o autor argumenta a favor de uma "segurança de renda mínima." Ele escreveu:
"Não pode haver dúvida de que um mínimo de alimento, abrigo e roupa, suficiente para preservar a saúde e a capacidade para o trabalho, pode ser assegurado para todos. Não se trata de um privilégio mas de uma aspiração legitima a bens essenciais que podem ser fornecidos a todos fora e complementar ao sistema de mercado." Para Hayek, tal medida não só era economicamente possivel e desejavel como era humanamente premente já que só essa segurança efetiva (ao contrário dos programas assistêncialistas de que era critico) teria impacto real no aumento de liberdade de cada individuo. em 1974, Hayek é homenageado com o Prémio Nobel de Economia.

1977- James Meade: Um imposto negativo
Este Nobel de Economia apoiou um imposto negativo proposto pela 1ª pelo ativista político Juliet Rhys-Williams. Consistia em inverter o sentido do imposto: quem tivesse rendimentos inferiores a um certo plafond receberia do estado em vez de pagar. Este conceito tinha o beneficio de ser simples (tratando-se de um procedimento fiscal) e veio a ganhar apoiantes desde 1940 dentre os quais Abba Lerner e mais recentemente outro nobel da economia (1982), George Stigler.

1948- Declaração Universal dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi promulgada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Vários de seus artigos apontam implicitamente para a existencia de rendimento básico.
Artigo 3. Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo 25. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a saúde e o seu bem-estar e o de sua família, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.

Peter Drucker
O seu "plano de renda previsível", publicado em 1949 no The New Society e reeditado em 1962 e 1993, visava "banir a incerteza, o medo do desconhecido e os profundos sentimentos de insegurança.
O rendimento garantido que preconisara seria mínimo e variável seguindo os ciclos económicos. Rejeitava com este realismo outras medidas como emprego garantido que na sua opinião eram vãs promessas que e ilusões de segurança não valiam o "papel em que eram escritas". Para alem disso, essas falsas politicas de salario/emprego que invariavelmente acabam por"subsidiar indústrias obsoletas e a restringir, se não parar, o progresso tecnológico" podiam congelar a economia mais do que proteger o trabalhador das suas crises económicas.

1960
Milton Friedman: "Capitalismo e Liberdade"[1962]
Este nobel da economia (1976)apresenta no seu livro o imposto de renda negativo como o meio mais efetivo para politica social responsável.
As vantagens que aponta são obvias: ataca diretamente o problema da pobreza. Distribui ao individuo o que ele realmente precisa: dinheiro. É uma medida geral que substitui a complexidade das medidas a vulso. O seu custo e funcionamento é visivel e transparente para a sociedade. Não interfere com os mecanismos do mercado. Milton Friedman foi assessor de economia do candidato à presidencia, Barry Goldwater em 1964, tomou parte na comissão de assessores económicos de Richard Nixon.
Em um livro de 1980, Free to Choose (com sua esposa, Rose Friedman), que se tornou a base para uma série de televisão PBS, ele escreveu:
Devemos substituir o ragbag de programas assistenciais específicos com um único programa abrangente de complementação de renda em dinheiro - um imposto de renda negativo. Seria assegurar um rendimento mínimo garantido a todas as pessoas necessitadas, independentemente das razões para a sua necessidade, ao fazer tão pouco dano possível ao seu caráter, a sua independência, ou o seu incentivo para melhorar suas próprias condições.
Um imposto de renda negativo fornece reforma abrangente, que faria de forma mais eficiente e humana que o nosso sistema de bem-estar presente o faz de forma ineficiente e de forma cruel.
Ele reafirmou o apoio para o imposto de renda negativo várias vezes ao longo das próximas décadas, como recentemente, em 2002 (ele morreu em 2006).

Robert Theobald
Em um livro de 1963, homens livres e os mercados livres, socioeconomist Robert Theobald escreveu que:
É a tentativa de manter a economia crescendo rápido o suficiente para gerar empregos para todos que ... nos mantém viva dentro de "uma economia girando-dervixe dependente do consumo compulsivo." Este livro propõe a criação de novos princípios especificamente concebidos para quebrar o vínculo entre empregos e renda.
A necessidade é clara: deve ser estabelecido o princípio de um andar económico no âmbito de cada indivíduo. Este princípio se aplica igualmente a todos os membros da sociedade e levar com ele nenhuma conotação de inadequação pessoal ou implicação de que uma renda indignos estava sendo recebido de um governo excessivamente generosa.
Segurança econômica básica pode ser melhor considerada como uma extensão do actual sistema da Segurança Social para um mundo em que a disponibilidade de emprego convencional constante declínio.
Teremos de adotar o conceito de um direito constitucional absoluto para uma renda.
Ele também editou um livro em 1966, o rendimento garantido: próximo passo na evolução económica ?, que incluía trabalhos de Erich Fromm, Marshall McLuhan, e outros cientistas sociais eminentes.

John Kenneth Galbraith
O economista John Kenneth Galbraith chamou para uma renda garantida em uma série de artigos na década de 1960 e na segunda edição de seu livro best-seller, A Sociedade Afluente (embora não na primeira edição, que foi publicado em 1958) .Em um artigo de 1966 escreveu:
Precisamos considerar a única solução rápida e eficaz para a pobreza, que é a de fornecer a todos uma renda mínima. Os argumentos contra esta proposta são numerosos, mas a maioria deles são desculpas para não pensar em uma solução, mesmo um que é tão extremamente plausível.
A ociosidade, nós concordamos, é desmoralizante. Mas mesmo aqui há uma questão: Por que é lazer tão uniformemente ruim para os pobres e tão uniformemente bom para o excepcionalmente bem-to-do?
Podemos facilmente pagar um piso de renda. ... E não há antídoto para a pobreza que é tão certo em seus efeitos como a provisão de renda.
Em um artigo de 1999, ele escreveu sobre "negócios inacabados do século e do milênio", particularmente a persistência de um número muito grande de pessoas pobres até mesmo em países ricos:
A resposta ou parte da resposta é bastante clara: todo mundo deve ser garantida uma renda básica decente. Um país rico como os EUA podem muito bem dar ao luxo de manter todo mundo a sair da pobreza. Alguns, que vai ser dito, irá apoderar-se a renda e não vai funcionar. Então, agora é com o bem-estar mais limitado, como é chamado. Vamos aceitar algum resort de lazer por parte dos pobres, bem como pelos ricos.

Erich Fromm
Um psicólogo social e autor de vários livros sobre o significado da liberdade, Erich Fromm discutiu as mudanças que garantiam renda trará para os indivíduos e para a sociedade como um todo.
O princípio que prevalece na maior parte da história humana, no passado e no presente é: "Quem não trabalha não come." Este homem ameaça forçada não só a agir em conformidade com o que foi exigido dele, mas também de pensar e de sentir-se em tal forma que ele não iria mesmo ser tentados a agir de maneira diferente.
Rendimento garantido não só estabelecer a liberdade como uma realidade e não um slogan, seria também estabelecer um princípio profundamente enraizado na tradição religiosa e humanista ocidental: o homem tem o direito de viver, independente! Este direito de viver, de ter comida, abrigo, cuidados médicos, educação, etc., é um direito humano intrínseco que não pode ser restringido por nenhuma condição, nem mesmo o que ele deve ser socialmente "útil".
A mudança de uma psicologia da escassez para que de abundância é um dos passos mais importantes no desenvolvimento humano. ... Libertação do medo de morrer de fome marcaria a transição de um pré-humano para uma sociedade verdadeiramente humana.
Fromm então se dirigiu a preocupações sobre se renda garantida reduziria o incentivo para o trabalho.
Afora o fato de que já existe nenhum trabalho para um sector cada vez maior da população, e, portanto, que a questão do incentivo para essas pessoas é irrelevante. ... Pode ser demonstrado que incentive material é de modo algum o único incentivo para o trabalho e esforço. Primeiro de tudo, existem outros incentivos: orgulho, reconhecimento social, prazer em si mesmo trabalho, etc.
Em segundo lugar, é um facto que o homem, por natureza, não é lento, mas, pelo contrário, sofre a partir dos resultados de inactividade. As pessoas podem preferir não trabalhar por um ou dois meses, mas a grande maioria iria implorar para o trabalho, mesmo que não foram pagos por isso.

Marshall McLuhan
Marshall McLuhan era um estudioso de automação e tecnologia como agentes de transformação na sociedade.
Rendimento garantido deve incluir cada vez mais a satisfação que ganhamos com a participação efectiva no trabalho significativo. "Leisure", que o artista sempre gosta, é criado pelo máximo emprego possível das faculdades em atividade criativa. ... O rendimento garantido que resulta de automação poderia, portanto, ser entendida para incluir esse fator bastante inquantificável de alegria e satisfação que resulta de uma divulgação livre e pleno das faculdades em qualquer tarefa organizada para permitir tal atividade.

Martin Luther King Jr.
Ao longo do último ano de sua vida, Martin Luther King Jr. pediu renda garantida. Aqui estão algumas citações de seu último livro, Where Do We Go From Here: Chaos ou comunitária? (1968):
A solução para a pobreza é aboli-la diretamente por uma medida agora amplamente discutida: a renda garantida. ... Estamos propensos a achar que os problemas de habitação e educação, em vez de anterior à eliminação da pobreza, eles mesmos serão afetados se a pobreza é abolida em primeiro lugar.
Uma série de mudanças psicológicas positivas inevitavelmente resultará da segurança econômica generalizada. A dignidade da pessoa humana vai florescer quando as decisões sobre a sua vida está em suas mãos, quando ele tem a garantia de que o seu rendimento é estável e certo, e quando ele sabe que tem os meios para buscar a auto-aperfeiçoamento.
Não há nada exceto miopia para nos impedir de garantir um mínimo anual - e habitável - renda para cada família americana. Chegou a hora de nos civilizar pela supressão total, direto e imediato da pobreza.
Rei observou que rendimento garantido é muito mais do que um programa de direitos civis, porque mais de dois terços dos beneficiários seria branco.

Margaret Mead
Renomado antropólogo Margaret Mead, em uma coluna de 1968 na revista Redbook, examinou as consequências sociais e psicológicas de renda garantida, e apoiou firmemente a idéia.
O perigo que seria subscrevia as falhas é trivial em comparação com os benefícios que o rendimento anual garantido nos daria. Ele daria dignidade para todos os cidadãos e escolha para cada cidadão.

Philip Wogaman
Philip Wogaman, um ministro e professor de ética social cristã, publicado renda anual garantida: as questões morais, em 1968. Depois de citar Robert Theobald, Milton Friedman, e outros defensores, ele examinou os argumentos contra a idéia:
Para resumir: um caso pode ser feito contra o resultado garantido em razão da equidade e da justiça, os seus efeitos nocivos sobre a criatividade humana e realização social, a sua vista para a incompetência e imoralidade dos pobres, e sua negligência da necessidade de superar o egoísmo do homem e inércia. A maioria destes argumentos estão enraizados nos pressupostos do individualismo econômico ea "ética protestante", que são mais ou menos um dado adquirido em nossa sociedade.
Em seguida, ele examinou cada um desses pontos, e concluiu que "o caso de renda garantida é convincente tanto por razões éticas e práticas."
Rendimento garantido como um piso económico seguro, será possível para os homens a se tornar o que Deus pretendia que eles se tornem pela resposta livre. O fato de que muitos irão, sem dúvida, abusar dessa liberdade é um risco que Deus tomou ao criar o homem em primeiro lugar.
Este direito de ser é aquele que Deus deu a cada um de nós, independentemente da nossa indignos. Rendimento garantido será um reconhecimento, em termos económicos, de que Deus tem feito.
Ele também sugeriu que "os cristãos podem ter algum contributo único para fazer no que diz respeito à questão de renda garantida." Além disso, com a sua paixão pela justiça, os cristãos podem ter o dever de endossar rendimento garantido.
O apêndice inclui declarações de apoio à renda garantida a partir de (1) O Conselho Nacional de Igrejas de Cristo nos EUA, (2) A Igreja Metodista Unida, e (3) uma comissão especial da Igreja Presbiteriana Unida nos EUA

Paul Samuelson
Na primavera de 1968, Paul Samuelson, 1970 Prêmio Nobel de Economia, juntou-se quatro outros economistas proeminentes - John Kenneth Galbraith, Robert Lampman, Harold Watts, e James Tobin (1981 Prêmio Nobel) - e publicou uma carta que pediu ao Congresso " a adoptar este ano um sistema nacional de garantias de rendimento e suplementos. "A carta foi divulgada, e mais de 1.200 de seus colegas, assinado em.

Lyndon Johnson e da Comissão do Presidente sobre o Lucro Manutenção
Em janeiro de 1968, Lyndon Johnson designou uma Comissão Nacional dos Programas de manutenção de renda para estudar as necessidades dos pobres norte-americanos e fazer recomendações. O presidente foi Ben W. Heineman, presidente da Northwest Industries. Outros membros proeminentes incluído Thomas J. Watson Jr., presidente da IBM; David Sullivan, presidente da União Internacional de Empregados de Serviços; civil, líder dos direitos A. Philip Randolph; políticos Edmund G. Brown e Barbara Jordan; e economista Robert Solow (que ganhou o Prêmio Nobel de Economia em Memorial 1987). O diretor-executivo foi Robert Harris.The Comissão realizou audiências em todo o país ao longo de 22 meses, e emitiu um relatório unânime em novembro de 1969:
Nossa principal recomendação é para a criação de um programa de complementação de renda universal financiado e administrado pelo Governo Federal, fazendo pagamentos em dinheiro a todos os membros da população com necessidades de renda. Os pagamentos seriam proporcionar um rendimento de base para toda a família carente ou individual.
Exigências de trabalho ... não pode ser utilizada de forma eficaz em determinar a elegibilidade para a ajuda, e são indesejáveis ??em qualquer caso. ... Inevitavelmente, qualquer teste simples projetado para suspender a ajuda a partir da situação de desemprego voluntário vai lidar duramente com alguns daqueles que não conseguem encontrar trabalho.
Nossas observações convenceram-nos de que os pobres não são diferentes dos não pobres. A maioria dos pobres querem trabalhar. Eles querem melhorar o seu potencial e para ser treinado para melhores empregos. Como a maioria dos norte-americanos, os pobres gostaria de fazer algo com suas vidas além de simplesmente subsistindo. Ao fornecer-lhes com um sistema básico de apoio ao rendimento, nós fornecer-lhes uma oportunidade de fazer essas coisas.
Nós não acreditamos que os efeitos de desincentivo trabalho do programa proposto seria grave.

Buckminster Fuller
Arquiteto, futurista, e design cientista R. Buckminster Fuller, em um Manual de Operação livro 1969 para Spaceship Earth, descreveu as práticas políticas e econômicas atuais, indo em direção a auto-destruição. Para evitar isso, "temos de dar a cada ser humano que é, ou fica desempregado uma comunhão de vida em pesquisa e desenvolvimento ou em pensamento apenas simples." Isso iria libertar todos a "pensar com verdade e agir em conformidade, sem medo de perder sua franquia para viver. "

Richard Nixon e do Plano de Assistência à Família
Em 8 de agosto de 1969, oito meses após assumir o cargo, Richard Nixon fez um discurso televisionado sobre a pobreza e bem-estar:
Enfrentamos uma crise urbana, uma crise social - e, ao mesmo tempo, uma crise de confiança na capacidade do governo de fazer o seu trabalho. ... Em nenhum lugar o fracasso do governo foi mais aparente do que em seus esforços para ajudar os pobres e, especialmente, o sistema de bem-estar público. É por isso que esta noite, proponho que nós abolir o atual sistema de bem-estar e que adotamos em seu lugar um novo sistema de assistência à família. Inicialmente, este novo sistema vai custar mais do que o bem-estar. Mas ao contrário de bem-estar, ele é projetado para corrigir a condição de que se trata de e, assim, diminuir a carga e os custos de longo alcance.
Para uma família de quatro agora no bem-estar, sem renda fora, o pagamento Federal básica seria de R $ 1.600 por ano. Membros poderia acrescentar a esse montante ea maioria dos estados gostaria de acrescentar a ele. Em nenhum caso seria actual nível de ninguém de benefícios ser diminuída.
Este novo sistema estabelece uma relação directa entre a disposição do governo para ajudar os necessitados ea disposição dos necessitados a se ajudarem. Ele remove o presente incentivo para não trabalhar e substitui um incentivo para o trabalho; ele remove o presente de incentivo para que as famílias se separam e substitui um incentivo para as famílias a ficar juntos. Ele remove as gritantes desigualdades, injustiças e indignidades do sistema de bem-estar. Ele estabelece um piso Federal básico para que as crianças em qualquer estado tem pelo menos o essencial mínimas de vida.
O Plano de Assistência à Família foi um rendimento garantido, embora em seu discurso de Nixon explicitamente negado esse fato. Os incentivos Ele enfatizou eram em sua maioria a partir da eliminação de desincentivos existentes que agressivamente reduzidos pagamentos de previdência social quando os destinatários começou a trabalhar e ganhar.
O plano de Nixon atraiu amplo apoio popular, inclusive de grandes jornais, e aprovada na Câmara dos Deputados, com dois terços dos votos. Depois de algumas modificações, aprovada na Câmara pela segunda vez, também por dois-para-um. Mas foi derrotado na Comissão de Finanças do Senado.

Daniel Patrick Moynihan
Daniel Patrick Moynihan foi assessor de política doméstica para Richard Nixon e autor do Plano de Assistência à Família de Nixon. Seu livro 1973 a política de um rendimento garantido descreveu em detalhes como o plano foi concebido, apresentadas, debatidas, e derrotado. Ele culpou a derrota de muitos fatores, incluindo a recusa de Nixon para gastar qualquer capital político; a manobra hábil de oponentes conservadores no Senado; a timidez e ambição dos liberais no Senado, vários dos quais queriam um problema para ser executado em em 1972; e as equivocadas ações, míopes da Organização Nacional de Direitos de Bem-Estar, que organizou contra o plano, em busca de algo mais generoso. Experimentos recoverygovThe manutenção de renda
A partir de 1968 e que durará até 1978, o Escritório Federal de Oportunidades Econômicas realizou uma série de experimentos com rendimento garantido no lugar de bem-estar. Famílias em New Jersey, Denver, Seattle, e em outros lugares - mais de 8.500 pessoas no total - receberam dinheiro a cada mês para mantê-los em ou acima do nível de pobreza. Os pesquisadores acompanharam a quantidade de pessoas recebidas, o número de horas que eles trabalhavam, a taxa de divórcio, e outros variables.There tem havido muitos livros e mais de 350 artigos acadêmicos sobre os experimentos, com apoiantes e opositores de renda garantida citando os dados para argumentar seu caso. Entre as razões para a confusão e desentendimentos é que, durante os debates sobre os membros do Plano de Assistência à Família de Nixon do Senado exigiu a dados. Os resultados prematuros apresentaram um aumento na taxa de divórcio e declínio nas horas de trabalho, e esses "fatos" ajudou a derrotar FAP. Quando a análise final foi feita alguns anos mais tarde, o interesse acadêmico e popular tinha diminuído e financiamento havia quase terminado. Ainda hoje, as citações são muitas vezes baseadas em conjuntos results.Some incompletos de fatos a partir da análise final: Em primeiro lugar, as taxas de divórcio foram os mesmos que os grupos de comparação. A diferença inicial parece ter sido uma anomalia estatística. Em segundo lugar, as horas de trabalho totais diminuíram cerca de 6 por cento, e, certamente, não mais do que 9 por cento. A maior parte da queda foi entre mulheres e adolescentes, e não os homens que eram assalariados primários. Os experimentos não documentar as razões pessoas trabalhavam menos horas. Houve relatos de pessoas que vão para a escola, deixando empregos insatisfatórios para procurar melhores, ficar em casa quando estão doentes, em vez de ir para o trabalho, tendo tempo para cuidar de familiares resumos e análises members.Several doentes têm sido apresentadas nas reuniões do US Renda Básica da Rede de Garantia. (Nota: Estes são documentos do Word, para fazer download) Este artigo relata um painel que contou com Robert A. Levine, Harold Watts, e várias outras pessoas que estiveram envolvidas na pesquisa. Aqui está uma revisão da literatura por Karl Widerquist, com uma bibliografia longa. E aqui está um artigo de Robert Harris, que foi diretor-executivo da Comissão do presidente na manutenção de renda. 1970

D.C. Statehood Partido
"A renda nacional garantida" foi uma das pranchas da plataforma do Partido Statehood DC, que foi fundada em 1970 para promover os direitos civis e de cidadania plena para os residentes de Washington DCDC moradores ainda não têm plena representação no Congresso. E o Congresso continua a supervisionar e às vezes ignorar o orçamento do DC e outras ações do prefeito eleito e do conselho.

George McGovern
O senador George McGovern fez campanha para presidente em 1972 com uma plataforma econômica que pediu "Demogrants" - garantidos os pagamentos de renda de R $ 1.000 a cada citizen.Though ele perdeu, havia muitas razões que nada tinham a ver com a sua plataforma econômica. Houve confusão em sua campanha, o Partido Democrata, e do país como um todo, principalmente em relação à guerra do Vietnã. Além disso, o fato de que Nixon era um titular com enormemente mais dinheiro campanha.

James Tobin
Economist James Tobin projetado plano de renda garantida de George McGovern, mas posteriormente se queixou de que a introdução do plano foi "malfeito" durante a intensidade da primária da Califórnia em junho de 1972 contra Hubert Humphrey.He escreveu vários trabalhos de apoio à renda garantida na década de 1960, e assinada a carta de apoio com John Kenneth Galbraith, Paul Samuelson, Robert Lampman, e Harold Watts. Além disso, ele era um membro do Conselho de Consultores Econômicos em 1961-2 de John F. Kennedy e foi agraciado com o Prêmio Nobel Memorial em Economia em 1981.

Gerald Ford e Earned Income Tax Credit
Durante os debates sobre o Plano de Assistência à Família de Nixon, Gerald Ford foi o líder da minoria na Câmara e principal defensor do plano no Congresso. Ele promoveu ativamente, resistindo objeções dos conservadores, e conseguiu ganhar duas vezes em dois terços dos votos. Depois de se tornar presidente, ele apoiou o EITC e assinou a lei em 1975.The EITC proporciona complementação de renda para os trabalhadores pobres, embora não os desempregados. É um recurso complicado do código de imposto, e essas complicações significa que muitas pessoas elegíveis não receber os fundos. Mesmo assim, tem sido, de longe, programa de combate à pobreza mais eficaz da América.

Jimmy Carter
Governador da Georgia durante os debates sobre o Plano de Assistência à Família de Nixon, Jimmy Carter foi o único governador do sul para apoiá-la. Durante sua campanha presidencial de 1976, ele pediu a reforma bem-estar global, e os dados de sondagem indicou apoio popular significativo para essa política. Ele propôs um programa de melhores empregos e de renda em 1978, mas ele não foi capaz de obtê-lo no Congresso.

1980

Leonard M. Greene
Um empresário e inventor da aviação, Leonard M. Greene fundada e financiada pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos, uma organização de pesquisa política que aprovou "o Rebate Tributário Nacional", um plano para aliviar a pobreza com um rendimento garantido de US $ 12.000 para uma família de quatro pessoas. Embora Greene morreu em 2006, o Instituto continua seus work.His livros são Free Enterprise Sem Pobreza (1981), e The National Tax Rebate: Uma Nova América com menos governo (1998) .O apêndice do Rebate Tributário Nacional é um estudo dos custos e dos efeitos esperados de cinco variações de seu plano de renda garantida, e demonstrou reduções significativas na pobreza. Esse estudo pelo professor da Universidade de Columbia Irwin Garfinkel e Chien-Chung Huang foi atualizado em fevereiro de 2002, e a versão mais recente está aqui (como um documento do Word).

Allan Sheahen
Estudioso Independent Allan Sheahen é o autor de Renda Garantida: O direito à segurança económica (1983) .Ele também é autor, com o economista Karl Widerquist, uma proposta para uma pequena renda básica que tornou-se o corte de impostos para o resto de nós Act de 2004; sua proposta é aqui como uma 2,006 análise dos custos de uma renda básica completa Palavra document.His está aqui como um pdf.

Alaska-Permanente-FundAlaska - Dividendo Fundo Permanente
Óleo foi descoberto no Alasca em 1969. Jay Hammond, um republicano, foi o governador 1974-1982, e ele aprovou a idéia de distribuir algumas das receitas de royalties para os moradores. A constituição do estado foi alterado para criar o Fundo Permanente do Alasca para beneficiar os moradores atuais e futuras gerações. Uma porcentagem dos royalties do petróleo vai para o Fundo, que é permanente, porque o dinheiro é investido em um portfólio diversificado, gerido por uma empresa semi-independente. Os dividendos são pagos a cada ano para cada residente legal que estava no estado há mais de 6 meses do primeiro dividendo ano.O foi pago em 1982, quando todos os residentes recebeu um cheque de US $ 1.000. A quantidade varia a cada ano, dependendo do preço do petróleo, a carteira de investimentos e condições econômicas gerais. Os dividendos são pagos em outubro como um cheque ou depósito direto em uma conta bancária. Em 2007, o dividendo foi 1,654 dólares. Em 2008, após a governadora Sarah Palin empurrado para um aumento da taxa de royalties, o dividendo foi 3.269 dólares, que é $ 13.076 para uma família de four.Alaskans amo o PFD.Research mostrou que a maioria deles usam o dinheiro para saldar a dívida, enviar as crianças para a faculdade, poupar para a aposentadoria. (E se alguns tiram férias Havaí em fevereiro, quem pode culpá-los?) Durante as três décadas desde que foi introduzido, todos os outros estados tem visto um aumento significativo da desigualdade de renda, o fosso entre os muito ricos e os pobres. Alaska tem sido o estado com a diminuição da desigualdade, e isso é devido às PFD.Advocates de renda garantida pediram fundos de royalties similares a serem coletadas e distribuídas em outros materiais naturais e bens comuns, incluindo carvão, madeira, minerais, o valor da terra urbana e spectrum.More eletromagnética especificamente, muitos ambientalistas endossar a idéia de "impostos e dividendos," combinando os impostos de carbono mais elevados para reduzir o consumo de combustível e as mudanças climáticas lento, com algum tipo de desconto. Os descontos reduziria consequências sociais negativas e são projetados para atrair apoio político. Qualquer tal programa poderia ser um passo em direção a uma renda básica.

1985- Alfred F. Andersen
Estudioso Independent Alfred F. Andersen é o autor de Libertar o American Dream Antecipado: Uma maneira de transcender o / Dilemma comunista capitalista sem violência (1985). A chave para alcançar as metas de seu título e subtítulo, afirmou ele, é a renda garantida.

Basic Income Earth Network
A Terra Rede Renda Básica, BIEN, foi fundada em 1986 como a Rede Europeia de Renda Básica, e expandiu seu escopo da Europa para a Terra em 2004. É uma rede internacional que serve como um elo entre os indivíduos e grupos comprometidos com ou simplesmente interessados em renda básica, e promove a discussão informada sobre o tema em toda a rede mundo.O convida a participação de pessoas interessadas em qualquer forma de rendimento garantido. Eles detêm Congressos cada dois anos, distribuir um Newsflash e-mail gratuito a cada dois meses, e ajudar a apoiar a revista Renda Básica Studies.BIEN é apoiado por membros individuais de todo o mundo, e afiliado com dezesseis redes nacionais. www.basicincome.org

parijsPhilippe Van Parijs
Um membro fundador da professora Rede Europeia e Harvard University Renda Básica, filósofo e economista político Philippe Van Parijs é autor ou editor de vários livros, incluindo Defendendo Renda Básica: fundamentos éticos de uma reforma radical (1992) e Freedom real para todos : O que (ou nada) pode justificar o capitalismo? (1997) há de errado com um almoço grátis (2001) .O que apresenta um trabalho de Van Parijs e as respostas a partir de um número de cientistas sociais eminentes, entre eles Gar Alperovitz, Emma Rothschild e Herbert Simon, que recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 1978. Há um prefácio de Robert Solow, que atuou em Comissão do presidente na manutenção da renda e recebeu o Nobel de Economia em 1987.

2002 -Guy Standing
Um professor de economia da segurança econômica e de trabalho em diversas universidades, Guy Standing foi um dos membros fundadores da BIEN e principal organizador dos 2002 BIEN Congresso, que decorreu em Genebra, na sede da Organização Internacional do Trabalho. Editou um livro de trabalhos selecionados a partir do Congresso, promovendo a segurança de renda como um direito, Europa e América do Norte (2005). 1990

Jeffrey Smith e Gary Flo, a Sociedade Geonomy
Pesquisadores Independentes Jeffrey Smith e Gary Flo fundou a Sociedade Geonomy em 1990 para fazer avançar as políticas de Henry George e "Dividendos do cidadão", o seu prazo para a renda básica garantida. "Geonomy", enfatiza o fato de que toda a atividade econômica começa com a terra.

1992- Theresa Funiciello
Um ex-mãe de bem-estar em Nova York, que se tornou um ativista político, Theresa Funiciello descreveu os abusos, absurdos, indignidades, e desincentivos no sistema de bem-estar em um livro de 1992, Tyranny of Kindness: desmantelar o sistema de bem-estar para acabar com a pobreza na América. Ela concluiu que a única solução real é garantido renda.

1995- Jeremy Rifkin
Tecnologia e tendências econômicas analista Jeremy Rifkin, em seu livro de 1995, o fim do trabalho, examinou o deslocamento dos trabalhadores devido à automação e da era da informação.
Nos debates sobre a melhor forma de dividir os benefícios dos avanços de produtividade, cada país deve finalmente lidar com uma questão elementar de justiça econômica. ... Uma vez que os avanços na tecnologia vão significar menos e menos postos de trabalho na economia de mercado, a única forma eficaz de garantir aqueles permanentemente deslocado por máquinas os benefícios do aumento da produtividade é proporcionar algum tipo de rendimento garantido pelo governo.
Com renda garantida independente de seus postos de trabalho, os trabalhadores estariam mais livres para estabelecer seus próprios horários e se adaptar às novas condições. Essa capacidade de adaptação, por sua vez permitir uma maior flexibilidade para os empregadores, além de muitos benefícios para a sociedade como um todo.

1996- Hazel Henderson
Economista Hazel Henderson endossou rendimento garantido em vários livros, includingBuilding um Win-Win Mundial (1996).

1996- Robert Schutz
Um professor de economia e administração de empresas na Universidade da Califórnia, em Berkeley, Robert Schutz escreveu The $ 30,000 Solução: um rendimento anual garantido para cada americano (1996). Seu cálculo de US $ 30.000 para cada adulto foi baseada na redistribuição de todos os rendimentos de capital: aluguel, juros, ganhos de capital, dividendos, lucros, presentes, e herança.

1997-Michael L. Murray
A professora de seguros na Universidade Drake, em Iowa, Michael L. Murray publicado ... And Justice for All Economic: reforma da previdência para o século 21 (1997). Ele procurou um rendimento adequado garantido combinado com um imposto de renda fixa, e mostrou como o sistema deveria ser acessível.

Steven Shafarman
Estudioso Independent Steven Shafarman é o autor de quatro livros sobre garantidos income.Healing americanos: Uma nova visão para a política, economia e felicidade perseguindo (1998); Cura Política: políticas de cidadãos e à busca da felicidade (2000); e Nós, o Povo: Curando a nossa democracia e economia de nosso mundo (2001). Seu livro mais recente é pacífica, Revolução Positiva: segurança econômica para cada americano (2008) .His proposta de Políticas Cidadão combina garantido renda básica, que ele chama de Dividendos Cidadão, com Service Citizen universal, então todos estariam dando um tempo de volta para o comunidade. Esta combinação iria fortalecer nossa democracia e levar a um rápido progresso sobre as alterações climáticas, a reforma dos cuidados de saúde, a reforma da educação, e muitas outras questões. Pacífica, revolução positiva, também considera o potencial de renda básica em outros países, incluindo o Iraque, no Afeganistão e no Oriente Médio, e como isso pode promover peace.He é o editor e principal autor deste web site.

Bruce Ackerman e Anne Alstott
Professores da Universidade Yale de direito Bruce Ackerman e Anne Alstott publicado The Society Stakeholder (1999):
Oferecemos um plano prático para reafirmar a realidade de uma cidadania comum. À medida que cada americano atinge a maturidade, ele ou ela vai ser garantida uma participação de US $ 80.000. Nosso plano busca a justiça, enraizando-lo em valor preeminente do capitalismo: a importância da propriedade privada. Ele aponta o caminho para uma sociedade mais democrática, mais produtivo e mais livre. Urso com nós, e você vai ver como uma única inovação, uma vez proposta por Tom Paine pode conseguir o que milhares de políticas menores não conseguiram realizar. Através gestora de participações sociais, os americanos podem ganhar um renovado sentido de que eles fazem realmente viver em uma terra de oportunidades iguais, onde todos têm obtido uma boa chance.
Eles propuseram a financiar gestora de participações sociais com um imposto de 2 por cento sobre a riqueza. Muito mais tarde no livro que consideram várias inovações alternativas, incluindo:
Propostas para uma chamada renda básica para garantir um pagamento em dinheiro incondicional a cada ano para cada adulto. Todo mundo iria receber a renda básica, independentemente de sua outra renda ou riqueza.
Instamos a sua consideração séria nos Estados Unidos. Como gestora de participações sociais, a renda básica coloca a ênfase na liberdade. Com uma renda básica, todos podiam contar com pelo menos quatro mil dólares por ano. A soma dificilmente abre uma vida de lazer, mas seria conceder a maioria dos americanos maior liberdade para moldar suas vidas.
Como gestora de participações sociais, a renda básica concede esta liberdade e segurança, sem amarras. Ela complementa automaticamente salários baixos, sem burocracia ou subsídios salariais complexos. E com uma renda básica, mais pessoas podem escolher por si próprios se a trabalhar a tempo inteiro ou a tempo parcial, fazendo suas próprias vantagens e desvantagens entre mais dinheiro e mais lazer.



______________________FIGURAS HISTÓRICAS do RBI

A idéia de uma renda básica incondicional (RBI) tem três raízes históricas. A idéia de uma renda mínima apareceu pela primeira vez no início do século 16. A idéia de um incondicional concessão one-off apareceu pela primeira vez no final do século 18. E os dois foram combinados pela primeira vez para formar a idéia de uma renda básica incondicional perto do meio do século 19.

Século 16

Thomas Moore (1478-1535)
A história do RBI não podia começar melhor: Coincide com o nascimento de uma nova palavra: "Utopia". Este termo, inventado por Thomas Moore em 1516 para título do seu livro mais conhecido, designa hoje o sonho (ou a fantasia para alguns) de uma civilização ideal, de cooperação em vez de competição, de prosperidade comum em vez de propriedade privada. No livro, conta-se a história do viajante Português Raphael Nonsenso, que andando na praça central da cidade de Antuérpia, tem uma conversa,com John Morton, o Arcebispo de Canterbury. Esse ultimo, assegura-lhe que perante a vaga de crimes que a punição estranhamente tinha o efeito preverso de aumentar (uma taxa galopante de crimes, foi de facto um flagelo veridico da epoca) melhor seria, em vez da casmorra e sentenças de morte, assegurar a todos meios dignos de sobrevivencia. Não existe no mudo nenhuma multa que desincentive o roubo se for este o único meio de obter alimento. Seria muito mais eficiente que a casmorra e a sentença de morte, distribuir meios de subsistência por todos.

Johannes Ludovicus Vives (1492-1540)
Este humanista colega e amigo proximo de Thomas More, é para muitos o pai legitimo do conceito de uma renda garantida ao desenvolver pela 1ª vez um vasto estudo metodico com considerações que eram à vez de natureza teológica e pragmática. 1776

Thomas Jefferson
Em 1776, no estado da Virgínia, Thomas Jefferson propôs dar 50 hectares de terras públicas a qualquer indivíduo sem propriedade disposto a cultivá-la. Esse foi o primeiro programa de herdade, depois copiada por outros estados, e, provavelmente, o primeiro programa de governo que procurou dar um rendimento seguro para os pobres.

1795 - Marquês de Condorcet é seguramente o inventor da segurança social. É pela mão deste matemático de primeira linha e ativista político (condenado à guilhotina) que nos chega o primeiro esboço de uma segurança social que teria o papel de reduzir a desigualdade, a insegurança e a pobreza. "Esquisse d'un Tableau Historique des Progrès de l'esprit Humain" (Esboço de um Quadro Histórico dos Progressos do Espirito Humano) foi escrito na masmorra depois de Condorcet se ter destacado na revolução francesa como jornalista e membro da Convenção. Após a sua morte, Thomas Paine, seu amigo e companheiro de luta, desenvolve a idéia num livro de memórias que dedica aos cinco membros do Concelho que vão governar a França neste periodo de viragem histórica que vai desde a decapitação de Robespierre até à ascensão de Napoleão.

1795 - Thomas Paine - Justiça Agrária
Thomas Paine é mais conhecido por senso comum, o panfleto, ele publicou em 1776 para defender a independência da Inglaterra. Em 1795 ele publicou página de título Agrária Justice.The da primeira edição resumiu sua proposta:

Justiça Agrária, em oposição à lei agrária, e ao monopólio agrária. Sendo um plano para meliorating as condições do homem através da criação, em cada nação, de um fundo nacional, a pagar a cada pessoa, ao chegar na idade de 21 anos, a soma de £ 15 libras esterlinas, para permitir-lhe para começar o mundo! E também, dez libras esterlinas por ano durante a vida de todas as pessoas vivendo agora a idade de 50 anos, e para todos os outros quando eles devem chegar a essa idade, para capacitá-los a viver na velhice sem miséria, e ir decentemente fora de o mundo.
Os pagamentos eram para ir para cada pessoa, rica ou pobre, saudável ou desativado. "É um direito, e não uma instituição de caridade, que eu estou pedindo."
Ele queria que os fundos de vir de uma "terra-aluguel" pagos pelos proprietários. Isso é justo e adequado, argumentou ele, porque a terra é "a propriedade comum da raça humana" e todo mundo merece uma ação. Justiça Agrária daria esse compartilhamento como dinheiro para pessoas que não tinham terra.

1862: Abraham Lincoln
160 hectares de terras públicas foram entregues a cada uma das 720.000 familias sob o compromisso de as cultivar. Esse programa social de larga escala esteve em vigor até o início de 1900.

1879: Henry George, rival de Theodore Roosevelt à prefeitura de Nova York 1886, é o autor do livro "Progress and Poverty" que foi vendido a mais de dois milhões de exemplares.
Aí aborda o conceito de um imposto unico sobre a posse da terra que eliminaria todos os outros impostos que incidiam sobre o trabalho e a produção gerando penuria e pobreza. "Há uma diferença fundamental e irreconciliável entre propriedade de coisas que são o produto do trabalho e a propriedade da terra". Na visão de H.G. a posse e exploração da terra em beneficio privado, deveria, enquanto recurso natural, ser concedida mediante uma contrapartida em beneficio de todos.
H.G. considera que o governo poderia assim garantir a todos uma base de recursos sem aumento consideravel das suas despesas legítimas. Previa como consequencia uma grande melhoria da condição da humanidade, onde o trabalho mais do que dedicado à proteção da vida, permitiria a elevação do conhecimento e a evolução da literatura e da prosperidade coletiva.

1887: Edward Bellamy, Autor do best seller "Looking Backward", Edward Bellamy imagina uma sociedade do ano 2000 que assegura a todos os cidadãos os recursos básicos propiciando um aumento extraordinário da civilidade, da generosidade e de creatividade. As suas ideias foram muito influentes originando só nos estados Unidos 160 "clubes Bellamy" empenhados em discutir esses principios e sua aplicação.
Edward Bellamy e Henry George contribuiram significativamente para a efervescência de ideiais que originaram importantes reformas políticas.

------------------------------------------------- Referencias:
wikipedia
http://2noame.tumblr.com/post/84446680465/a-brief-history-of-basic-income-ideas-
http://www.basicincome.org/bien/aboutbasicincome.html
enumeração original [inglês] de Steven Shafarman.
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